Arquivo mensal: Maio 2011

Participação do PH no Debate sobre Precariedade e Direitos Laborais

Vista geral da salaOs organizadores da Manifestação “Geração à Rasca” do Porto que ocorreu no dia 12 de Março, promoveram um debate com todos os partidos que se apresentam às eleições pelo círculo eleitoral do Porto, na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo.

Foi apresentada a Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) denominada “Lei contra a precariedade”, que tem como objectivo combater as formas injustas de trabalho, “incidindo sobre 3 vectores fundamentais: os falsos recibos verdes, a contratação a prazo e o trabalho temporário.

Representante do PHMaria Vitor Mota, cabeça de lista do Partido Humanista pelo círculo eleitoral do Porto, mostrou a sua concordância com os motivos e objectivos da ILC e apresentou as propostas do PH relativamente à Economia, nomeadamente a implementação da Lei de Propriedade Participada dos Trabalhadores, que promove um modelo de empresa em que a gestão e a propriedade são partilhadas entre os trabalhadores e os investidores. Esta medida, defendeu a candidata, é fundamental para gerar a distribuição justa dos lucros, para incrementar a manutenção e a criação de emprego e, em suma, para valorizar realmente o ser humano e a sua capacidade de transformar as condições de vida.

Foi um debate construtivo porque os representantes dos diferentes partidos (BE, CDS-PP, CDU, MPT, PCTP-MRPP, PDA, PH, PND, POUS, PPM, PPV e PS) apresentaram as suas propostas e opiniões de forma paritária e teve uma participação intensa do público.

Legislativas 2011 – Tempo de antena na rádio

Notícias – 16 de Maio

Entrevista do jornal “Correio da Manha” à cabeça de lista pelo Porto, Maria Vitor Mota:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/politica/queremos-um-deputado

Noticia da agência Lusa sobre o Partido Humanista.
http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/05/16/eleicoes-votar-em-quem-desenvolveu-as-politicas-que-nos-trouxeram-a-este-ponto-e-suicida—-partido-humanista-caudio-cvideo-cfoto

«Interessa-nos um humanismo que contribua para o melhoramento da vida, que faça frente à discriminação, ao fanatismo, à exploração e à violência. Num mundo que se globaliza velozmente e que mostra os sintomas do choque entre culturas, etnias e regiões deve existir um humanismo universalista, plural e convergente. Num mundo em que se desestruturam os países, as instituições e as relações humanas, deve existir um humanismo capaz de estimular a recomposição das forças sociais. Num mundo em que se perdeu o sentido e a direcção na vida, deve existir um humanismo apto para criar uma nova atmosfera de reflexão em que já não se oponham de modo irredutível o pessoal ao social nem o social ao pessoal. Interessa-nos um humanismo criativo, não um humanismo repetitivo; um novo humanismo que, tendo em conta os paradoxos da época, aspire a resolvê-los.»

Silo, Buenos Aires, 24/11/1994

http://www.silo.net/SiloSpeaks.php

O despertar da revolução não-violenta

Eleições legislativas 2011 – vídeos, atividades e notícias de campanha

Alguns candidatos em campanha no PortoFalamos de uma revolução Não-Violenta, de cariz universal; de uma nova sensibilidade que nasce das aspirações mais profundas do Ser Humano. Falamos de uma nova mística social, em que cada um é um rebelde transformador do mundo em direcção a uma Nação Humana Universal.

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